A proteção dos menores e das pessoas vulneráveis
Para uma maior consciência da realidade
Conforme as indicações do Papa Francisco e do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Comunhão e Libertação preparou alguns instrumentos para «não olharmos para o outro lado» diante das feridas que atingem a Igreja. A carta de padre Carrónquantas vezes já dissemos, nestes últimos anos ˗ com as palavras do Papa Francisco ˗ que estamos a viver uma autêntica e verdadeira «mudança de época». Os sinais de uma mudança radical nas relações entre as pessoas, na sociedade, nas instituições são visíveis de forma cada vez mais clara e em todas as latitudes. Depois, nos países tradicionalmente de cultura cristã, é cada vez mais claro que o contexto social já não é capaz de sustentar os valores cristãos que, durante séculos, caracterizaram a vida das pessoas.
Esta mudança profunda que estamos a atravessar é para nós uma grande provocação para não darmos nada como óbvio, e obriga-nos a questionarmo-nos diariamente sobre qual é a nossa esperança, o que é que nos permite levantarmo-nos de manhã, irmos trabalhar, amarmos, não nos escandalizarmos com os nossos limites, enfrentarmos a vida sem medo e sem violência nas relações. Como já dissemos outras vezes, é um salto de autoconsciência que somos chamados a fazer... (leia mais)
(2 de janeiro de 2020)
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- jc-carta-fraternidade-minores-por.pdf 267 KBCarta à Fraternidade de CL